Preparação para a candidatura II: TOEFL





Para qualquer universidade americana, os candidatos internacionais precisam comprovar seu nível de proficiência em língua inglesa. A exceção se aplica (na maioria dos casos) para quem já tiver completado high school ou college em uma instituição que tenha inglês como língua oficial.

A prova com maior grau de aceitação nos Estados Unidos é o TOEFL. Algumas universidades também aceitam o IELTS como alternativa. Tanto o TOEFL quanto o IELTS não seguem o esquema "pass/fail", mas te dão pontuações, que podem atender ou não aos requisitos das instituições.

Por exemplo, o Teachers College, em Columbia University, pede 100 pontos para o TOEFL iBT, 600 para o iTP e 7.0 para o IELTS. Porém, os cursos de TESOL e Linguística Aplicada têm uma cobrança mais rigorosa:

Fonte: http://www.tc.columbia.edu/arts-and-humanities/applied-linguistics-tesol/admissions/

A Columbia School of Journalism pede notas ainda maiores: 114 pontos no TOEFL iBT e 8.0 no IELTS. 

Cada escola tem o seu código de TOEFL, de forma que o candidato precisa informar durante a inscrição para a prova. Os resultados são enviados diretamente para a universidade, o que é menos uma preocupação para você, que já precisa enviar uma lista extensa de documentos. 

Preparação para o TOEFL

O TOEFL é uma prova estratégica como o ENEM/vestibular, ou seja, dominar conteúdo não garante sucesso. Praticar responder as perguntas dentro do tempo estipulado é necessário para evitar surpresas desagradáveis. A prova oral (do iBT), por exemplo, consiste em escutar perguntas do programa de testes e respondê-las pelo microfone, dentro do tempo proposto. Não há chances de refazer a resposta, encurtá-la, ou alongá-la. Responder perguntas em 45 segundos, por mais simples que sejam, pode ser mais complicado do que se imagina. 

O ETS, responsável pela criação e aplicação de provas como o TOEFL, disponibiliza algumas amostras de questões no site e o livro de prática não é muito difícil de encontrar. Além disso, há uma abundância de recursos pela internet e de graça. Muita cautela ao usar esses materiais independentes, nem todos refletem o nível de cobrança da prova e eu já peguei material com respostas incorretas. 

Vale lembrar que é sempre bom fazer a prova com uma boa antecedência porque:
1) pode ser que não haja datas disponíveis para quando você quiser fazer e a única opção será marcar em outro município/Estado (true story);
2) no caso de você não atingir a pontuação desejada, ainda dá tempo de agendar uma nova data e receber os resultados antes do prazo de entrega terminar. 

Na minha experiência estudando para o TOEFL e preparando alunos, vai uma lista com apenas algumas coisas que dão e não certo:

DO's: 
- Praticar a parte oral gravando suas respostas e cronometrando-as.
- Preferir leitura de textos mais técnicos e menos artigos de jornal.
- Pratique "note taking". Será muito útil em todas as etapas da prova.
- Encontre um professor para acompanhamento detalhado e especializado.

DON'Ts:
- Fazer a prova em cima do prazo de entrega de resultado. Isso remove a pressão de "é agora ou já era".
- Usar palavras rebuscadas a menos que você tenha certeza do que elas significam.
- Gastar muito tempo em uma questão. Gerenciar seu tempo will make you or break you.


Caso você tenha interesse em começar o seu processo de candidatura à pós-graduação nos EUA com ajuda especializada, entre em contato comigo: taisanb@gmail.com . Ofereço serviços como aulas preparatórias para o TOEFL/IELTS, revisão de textos e acompanhamento completo da candidatura. 

Taísa Barros
@taisanb







Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Começando os trabalhos

Moradia - Vivendo no campus

Preparação para a candidatura I: Escolhendo as universidades